UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS
INSTITUTO DE CIENCIAS BIOLOGICAS
INSTRUMENTAÇAO PARA O ENSINO DE BIOLOGIA II
PROFESSOR: SAULO SEIFFERT
ALUNA: TASSIA ASSUNÇAO – 20901258
RESENHA
TEXTO 6
1 OS AUTORES
Maria
Cristina da C. Campos
Doutora em Biologia pelo Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP). Pesquisadora em ensino e aprendizagem de Ciências. Ex-professora na rede particular de Ensino Fundamental e Médio. Assessora de escolas na rede particular de Ensino Fundamental e Médio.
Doutora em Biologia pelo Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP). Pesquisadora em ensino e aprendizagem de Ciências. Ex-professora na rede particular de Ensino Fundamental e Médio. Assessora de escolas na rede particular de Ensino Fundamental e Médio.
Rogério G. Nigro
Doutor em Ensino de Ciências e Matemática pela Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP). Mestre em Biologia pelo Instituto de Biociências da USP. Pesquisador em ensino e aprendizagem de Ciências. Ex-professor na rede particular de Ensino Fundamental e Médio. Assessor de escolas na rede particular de Ensino Fundamental e Médio.
2 INFORMAÇOES BIBLIOGRÁFICAS
Doutor em Ensino de Ciências e Matemática pela Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP). Mestre em Biologia pelo Instituto de Biociências da USP. Pesquisador em ensino e aprendizagem de Ciências. Ex-professor na rede particular de Ensino Fundamental e Médio. Assessor de escolas na rede particular de Ensino Fundamental e Médio.
2 INFORMAÇOES BIBLIOGRÁFICAS
Titulo: Didática de Ciências: o ensino-aprendizagem como investigação
Editora: FTD, 1999
ISBN: 8532242464, 9788532242464
Num. págs. 190 páginas
3 RESUMO
O texto fala de como o
professor deve direcionar o conteúdo para um ponto de vista mais adequado para
a faixa etária e nível cognitivo dos alunos. Na atividade Levando em conta a
zona de desenvolvimento proximal em que os estudantes precisam da ajuda de
outros colegas e professores por que ainda tem dificuldades para resolver uma
questão por conta própria. Para nivelar o conteúdo de microrganismos para
crianças de 1ᵃ serie, o professor optou por não utilizar o termo
microrganismos, e sim seres pequenos e demonstrou por um experimento simples
com uso de água q microscópio que esses seres existem embora não possamos
vê-los sem a ajuda de um aparelho especifico. Vale ressaltar que nessa da
atividade o professor definiu o problema, conduziu o desenvolvimento da
atividade e a resposta, já que os alunos ainda estão desenvolvendo as suas
capacidades cognitivas.
Na segunda atividade, os
alunos estão começando a aprender a observar, então as crianças são orientadas
pelo professor, que indica como e o que devem fazer no decorrer da atividade. É
importante que o professor promova a aprendizagem de todos os conteúdos:
conceituais, procedimentais, e atitudinais. Nesse estagio, os alunos
desenvolveram suas habilidades de observação com a atividade da metamorfose dos
girinos, e também a habilidade de fazer um registro do que foi observado. O
professor ainda estimulou os alunos a tocarem nos girinos para não se limitarem
apenas a observação visual, de forma a obterem um registro mais rico do objeto
de observação.
Na terceira atividade o
professor fez uma pergunta para os alunos, e estes por sua vez tiveram que
montar uma tabela a partir dos dados obtidos nos registros e observações da
aula anterior. Nesta fase o professor ainda auxilia os alunos a montar a
tabela, mas deixa a formulação da resposta para os alunos fazerem por conta
própria. Nesse ponto as crianças puderam utilizar suas observações do
desenvolvimento dos girinos para outros seres vivos e assim construir relações
mais amplas entre os conceitos desenvolvimento, fases do desenvolvimento e ser
vivo. Dessa forma, o problema e o desenvolvimento da atividade foram dirigidas
pelo professor, mas a resposta exigiu um intenso raciocínio e uso da habilidade
de cognição dos alunos. É possível que
as respostas e argumentos nem sempre sejam coerentes com o conhecimento
cientifico. Mesmo assim a atividade valeu para o desenvolvimento da habilidade
de cognição para níveis gradualmente mais complexos.
Analise critica
Do meu ponto de vista, essa
preocupação de nivelar o conteúdo para o nível cognitivo dos alunos é de grande
importância, pois de fato alunos menores tendem a serem influenciados pela sua
própria percepção da realidade , então ensinar ciências para estes alunos em
especial se torna uma tarefa improdutiva se o conteúdo não for adaptado de
forma a atender as suas habilidades ainda em desenvolvimento.
Ensinar o conceito
microrganismos para crianças acaba se tornando muito difícil se o professor não
regrar e pontuar de forma mais simples o objetivo da aula. Crianças tem um
ponto de vista muito diferente do cientifico, para elas não importa muito que
microrganismos tem nome cientifico em latim, que alguns causam doenças, ou que
alguns foram descobertos por cientistas famosos, para elas o que importa é que
eles existem e na imaginação delas podem ser mil coisas bem mais simples que um
conceito cientifico.
Achei muito interessante a
forma como os autores propuseram as atividades de forma a ir progressivamente
estimulando as habilidades de observação, registrar fatos, e estimulo da
cognição a partir dessas observações e ainda o estimulo de relacionar um evento
com outro. Estimular o desenvolvimento
cognitivo progressivamente, adaptando uma habilidade de cada vez na minha
opinião é muitíssimo importante pois não se pode exigir um conteúdo muito
complexo para alunos que não tem uma base solida para lidar com tais conteúdos.
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